Externato de Penafirme

 



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 Aprender a Língua Portuguesa

Geraldine Goyen e Diana Marques
 

Imagina que estás no estrangeiro e não falas a língua que é falada no país. Os habitantes não falam nenhum inglês, ou somente mal, e tu queres realmente fazer-te entender. Queres reagir às perguntas que te fazem; queres conduzir uma conversa. Então o que fazes? Certo, segues esta pequena aula de português.

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Este também era o caso dos estudantes holandeses da B.C. Broekin em Roermond que participaram no intercâmbio com os estudantes portugueses do Externato de Penafirme em Santa Cruz. Na sexta-feira, 21 de Outubro de 2005, nós seguimos, com os nossos parceiros, uma lição de Língua Portuguesa. Antes dessa lição, o grupo teve de se dividir em duas partes. Um grupo esteve com a professora Paula e o outro grupo com a professora Doroteia.

 Quando todos os grupos finalmente encontraram a sala certa, puderam começar. As lições iniciaram-se com uma curta introdução e apresentação dos professores. Porque eu não estive nas duas lições, eu não sei o que é que a outra classe fez.

 Na aula da Prof. Doroteia, primeiro tínhamos de dizer as palavras e expressões que nós já sabíamos em Português, tais como: Bom dia, Boa Tarde, Boa Noite, Obrigado, Obrigada. Depois de aprendermos também como pronunciar bem essas expressões, nós fomos mais longe. Aprendemos como nos apresentar em português: “O meu nome é…” o que em holandês seria: “Mijn naam is…”. Depois de aprendermos como pronunciar esta frase, tínhamos de nos apresentar a nós próprios.

 A Prof. Doroteia perguntou-nos quais as diferenças mais importantes entre o holandês e o português. Quando ninguém respondeu a esta pergunta, ela explicou que a língua portuguesa vem sobretudo do latim e que o holandês da língua alemã e inglesa. Ela também nos disse que os portugueses dizem as suas frases como se fosse uma só palavra.

A seguir recebemos vários tipos de papéis coloridos com pequenas palavras escritas em inglês. Em grupos de 2 ou 3 (com os parceiros) tivemos de traduzir essas palavras de inglês para português.

Isto não foi realmente muito interessante porque eu acho que ninguém se vai lembrar destas frases ou palavras no futuro. A Prof. Doroteia disse-nos que não tínhamos tempo suficiente para traduzir todas as palavras dos papéis. Os papéis que não traduzimos na aula tivemos que traduzir em casa.

Por fim, os alunos holandeses tiveram de fazer uma pequena apresentação em português. A apresentação tinha de incluir o nome, idade, hobbies e a comida portuguesa que gostamos ou detestamos. Isto é muito bonito de ouvir, porque toda a gente pronunciou as palavras de diferente forma. Nós não somos realmente uns bons “faladores” de português.