A cidade tem 735.526 residentes
(2002),
enquanto que sua área metropolitana tem cerca de 1.450.000 de habitantes.
É o centro de uma vasta zona urbana contínua, denominada
Randstad,
que se estende de
Roterdão
a Amsterdão, com cerca de 6,5 milhões de habitantes. Como o governo da
Holanda tem sede na
Haia,
esta é normalmente tratada como sendo a capital do reino, mas a capital
oficial é Amsterdão. Os Países Baixos são um dos poucos países que não têm
a sede do governo na capital.
Existem referências à cidade desde
1300.
Juntou-se à
Liga Hanseática
em
1368.
Em
1578
os espanhóis, que dominavam os Países Baixos, foram expulsos. Durante o
Século XVII
e
Século XVIII
prosperou como capital do império comercial holandês, até à conquista
francesa em
1795.
Em
1814
tornou-se a capital do Reino da
Holanda.
Foi ocupada por tropas alemãs que, entre
1940
e
1945,
deportaram a quase totalidade dos cerca de 75 mil
judeus
que habitavam a cidade antes da guerra. A casa onde
Anne Frank
e 7 outras pessoas se esconderam até serem denunciados é hoje um museu e
uma das principais atracções culturais da cidade, documentando os horrores
deste período histórico e recebendo a visita de centenas de milhares de
turistas anualmente (em 2004 cerca de um milhão de pessoas visitaram o
museu).
O espírito liberal que ela herdou da
Idade do Ouro
justifica o facto de nela existirem alguns cafés, os chamados
Coffeeshops,
onde está autorizado o consumo de drogas leves e de existir uma indústria
do sexo legalizada. No "Red
Light District" as ruelas estão lotadas
de
sex-shops,
bares onde decorrem
shows eróticos,
cinemas eróticos e até um museu do sexo.