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12º CT2 visita parque eólico

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Projecto GeoArte
Este projecto inovador foi desenvolvido pelos
alunos do 12º ano, no âmbito da Área de Projecto, durante o ano lectivo de 2006/07.
Mais... |
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12º CT2 visita parque eólico
da Serra da Capucha |
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Para a execução do nosso trabalho de
Área de Projecto, marcámos uma visita no dia 22 de Novembro ao parque eólico
da Serra da Capucha, perto de Torres Vedras. |
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Quando
chegámos ao local, os engenheiros já estavam à nossa espera e aproveitámos
para expor as nossas questões sobre energia eólica e tirar algumas
fotografias do local (fig. 1). De seguida, fomos ao interior de um
aerogerador para termos uma ideia de como funcionava o sistema. Fomos também
ver o posto de seccionamento dos cinco moinhos do parque (fig. 2), onde
discutimos o estado das energias renováveis em Portugal e no mundo. Às
13:30h fomos almoçar e aproveitámos para filmar e fotografar os moinhos à
nossa volta. |
| À tarde
juntaram-se a nós alunos do Instituto Superior Técnico. O engenheiro Rui
Quintas explicou então o funcionamento do parque e algumas características
dos aerogeradores. Voltámos a entrar no aerogerador e ouvimos uma explicação
detalhada sobre o funcionamento do mesmo, bem como dos dispositivos de
controlo de tensão e do sistema de monitorização dos valores de certos
parâmetros do moinho. No posto de seccionamento o referido
engenheiro mostrou-nos um software ligado a cada moinho, com os
gráficos de produção/estado de cada um. Após a visita, ainda fomos
fotografar o parque vizinho e, de volta à escola, parámos na Várzea para
tirar uma foto do impacto visual dos moinhos na paisagem.
Acompanharam-nos nesta visita as professoras Carla Teles e Ana Sofia
Feliciano e os professores Gil Conte e Domingos Patrício. |
Como se dão as transferências e transformações de energia neste
moinho?O vento tem
velocidade ou seja energia cinética. Quando bate nas pás, transfere essa
energia para o material das pás. Estas fazem rodar o eixo, que possui um
íman. A rotação do íman produz corrente eléctrica nas bobines. Esta corrente
é alterna e sai a cerca de 380 volts. Depois é altura de a transformar em
corrente com as características da rede: corrente contínua. A corrente é
então passada para corrente contínua para que seja mais fácil a sua
transformação. Depois disso o rectificador coloca-a com uma frequência de 50
Hz e um transformador impõem-lhe uma voltagem de 220-230 volts. |
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| Quando o
vento é demasiado forte, em situação de tempestade, as pás têm um
dispositivo aerodinâmico que consegue controlar a velocidade de impacto
desejada. Uma vez que a velocidade do vento não é constante, a corrente
produzida é variável, daí a necessidade da sua rectificação.
É no posto de seccionamento que é
reunida a corrente eléctrica gerada, sendo então enviada para a rede. Este
posto está ligado aos cinco aerogeradores e envia continuamente a informação
para a Internet para que, de qualquer lugar, os engenheiros possam verificar
cada aerogerador. Na tabela 1, apresentamos alguns dados sobre os
aerogeradores. |
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Tabela1: Características dos
aerogeradores do Parque Eólico da Serra da Capucha |
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Dimensões |
Pá
Altura da Torre
Diâmetro da base |
30m
68m
15m |
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Massa |
Rotor
Pá
Torre
Total |
100t
4t
138t
250t |
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Área varrida pelas pás |
2800m2 (meio campo de
futebol) |
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Material |
Pás
Torre |
Fibra de vidro
Aço |
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Potência máxima |
10 MW (2 MW / moinho) |
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Custo |
2 milhões de euros/aerogerador |
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Tempo de vida |
15 - 16 anos (fica pago em 7 anos) |
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Manutenção |
1 a 2 vezes/ano |
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Energia injectada na rede |
30% do consumo doméstico do Conselho |
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Fornecedores |
Enercon (Alemanha) |
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Qual é o impacto ambiental dos aerogeradores?
Os aerogeradores podem causar
impacto visual, sonoro e ocupar os habitats dos animais que por lá vivem.
Quanto ao impacto visual, o seu valor é subjectivo. Algumas pessoas não se
importam e até gostam de ver estas estruturas nas montanhas e outras pensam
que os aerogeradores estragam completamente a paisagem. Quanto ao barulho,
nunca ninguém se queixou (segundo os engenheiros), normalmente o barulho só
é mais perceptível dentro ou ao pé do aparelho. Por isso, quanto aos
animais, na opinião dos engenheiros, os caçadores matam mais animais por ano
nas redondezas daquele parque do que dos moinhos do concelho. Para além
disso, as aves assustam-se com o barulho das pás e as rotas de migração são
extensas, podendo as aves passar ao lado. A construção destas estruturas e
dos acessos (estradas) são aquelas que envolvem maior impacto ambiental, na
medida em que grandes áreas são alteradas, alguma vegetação é destruída e
isso acaba por afectar os habitats.
Qual é o equipamento de
protecção/segurança utilizado nos moinhos?
Quando se efectua a manutenção dos
aparelhos é preciso subir ao cimo da torre. Os técnicos utilizam capacete,
óculos, fato térmico e protecções auriculares.
Que acidentes são mais
frequentes?
Não há acidentes com muita
frequência, mas de vez em quando sai uma pá do rotor. Isto acontece
raramente num aerogerador, mas como há muitos ao longo do país, de vez em
quando acontece.
O ruído dos moinhos causa
algum tipo de doença? Qual?
Não há pessoas a trabalhar dentro de
um aerogerador e nunca ninguém se queixou do barulho. No entanto, quando os
técnicos vêm fazer a manutenção, usam o equipamento adequado de protecção
para evitar qualquer doença.
Emanuel Ricardo,
Fernando Sousa
Área de Projecto, 12º CT2
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1.
O lago dos patos
1.1 Caracterização
do Lago dos patos |
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O Lago
O lago é um espaço envolvido na sua totalidade
por cimento e pedra. Tem um “corredor” (ver planta em anexo) com arenitos
grosseiros, onde se situa a flora envolvente; O seu fundo é de cimento e
na massa de água existem espécies aquáticas, como o jacinto e a lentilha
de água. Possui ainda alguns vasos espalhados (dentro de água)
aleatoriamente, com alguns exemplares da flora envolvente nomeadamente o
jarro (ver esquema em anexo). O estudo efectuado realizou-se entre os dias
15 e 22 de Fevereiro e por essa razão os dados que aqui são apresentados
referem-se a essa data. O esquema das espécies vegetais foi revisto entre
Maio e Julho de 2001.
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Factores Abióticos:
-temperatura: 13,5ºC
-pressão:
1010 mb
-pH da
água: 8,67 (básico)
-humidade
relativa: 44%
-luz:
12 horas; sombra a partir das
13h00m
-velocidade
do vento: mínimo 0 kms/h;
máximo 5,7 kms/h
Outros Aspectos:
-profundidade:
20 cm
-transparência:
total
-% de
alga: 30 %
Fauna recolhida/existente:
anelídeo vermelho e artrópode
2 pimpões e 1 carpa;
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1.2 Espécies vegetais o Lago
dos Patos: |
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Nomes científicos
1- Eichhornia crassipes
aquático
2. Callitriche stagnallis
3. Nimphae alba
4. Pontederia sp.
5. Cyperus sp1
6. Juncus sp.
7. Cypérus sp 2
8. Canna sp.
9. Cyperus sp 1
10. Typha latifólia
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Nomes vulgares
1. Jacinto aquático
2. Lentilha de água
3. Nenúfar
4. Jarros
5. Junca do jardim/ chapéus
6. Juncos
7. Cabeleira
8. Cana híbrida ou do jardim
9.
10. Foguetes
|
Trabalho
realizado pelos alunos: Hugo Rodrigues Bernardes, João Miguel Ferreira
Silva e Rodrigo Filipe Marques Tomás Santos, do 12º 1B, no ano lectivo
2000/2001, durante as aulas de Técnicas Laboratoriais de Biologia - Bloco
3, na unidade “Ecossistemas” e nas aulas de Desenho e Geometria
Descritiva.
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|
2. A Mata
2.1 Caracterização da Mata |
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A mata do Externato de Penafirme
é
uma mata Mediterrânica, com características Atlânticas e
é representativa dos extensos matagais que cobriam esta zona nos
séculos passados. Encontram-se espécies espontâneas, características do
nosso país, como o tojo, a urze, a madressilva,
a roselha e espécies introduzidas
mais recentemente como os pinheiros e eucaliptos.
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 |
O estudo efectuado
realizou-se entre os dias 15 e 22 de Fevereiro e por essa razão os dados que
se apresentam reportam-se a essa data. A lista de espécies vegetais foi
depois complementada com o trabalho de inventariação das espécies da mata,
efectuado entre Maio e Julho de 2001.
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 |
Factores
Abióticos:
Temperatura:
14 - 16º C
Exposição solar: Existem muitas zonas de sombra devido aos
pinheiros
- ph do solo: 7,4 (neutro-básico)
- Características do solo: textura arenosa, pouco pegajosa,
não plástico
- % água no solo: á superfície: 13, 2%; a 30 cm: 5,3%
Animais
encontrados:
aranhas, bichos da conta,
caracóis, centopeias, formigas, minhocas |
|
2.2 Espécies encontradas |
Nome da espécie
pinus pinea L.
pinus pinaster Aiton
Brisa maxima L.
Lagurus ovatus L.
Hordeum murinum L.
Quercus suber L.
Quercus sp.
Mesembryanthemum edulis L.
Acacia dealbata Link
Acacia pycnantha Hooker
Acacia longifolia (Andrews) Willd.
|
Nome vulgar
pinheiro manso
pinheiro bravo
Chocalhinhos ou Bole-bole maior
Rabo de lebre
Cevada dos ratos
Sobreiro
-
Chorão
Mimosa
Acácia
Acácia |
Nome da espécie
Spartium junceum L.
Ulex sp.
Rubus sp.
Cistus crispus L.
Cistus salvifolius L.
Eucalyptus globulus Labill
Erica scoparia L.
Anagallis arvensis L.
Fraxinus sp.
Lonicera periclymenum L.
Galactities tomentosa Moench
|
Nome vulgar
Giesta
Tojo
Silva
Roselha
Saganho
Eucalipto
Urze das vassouras
Morrião
Freixo
Mdressilva ou Chucha-melros
Cardo |
Trabalho
realizado pelos alunos: Alexandra Marques, Ana Carlos, Diana Inglês,
José Duarte, Luís Almeida, Márcia Duarte e Mário Carvalho, do 12º 1B, no
ano lectivo 2000/2001, durante as aulas de Técnicas Laboratoriais de
Biologia - Bloco 3, Na unidade “Ecossistemas”.
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3.
O Jardim Interior da Zona G |
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O Jardim
A zona
caracterizada é um jardim interior, aberto superiormente e localiza-se
na zona G, do lado direito das escadas, junto à sala G4. O estudo
efectuado realizou-se entre os dias 15 e 22 de Fevereiro e por essa
razão os dados aqui apresentados reportam-se a essa data.
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Factores Abióticos:
- Temperatura: 13 - 17º C
- Exposição solar: 12h45m
- Percentagem de água do solo: 15%
- Vento: pouca circulação de ar, sem vento
- Cor do Solo: cinzento escuro
- ph do solo: 7,5 (neutro-básico)
- Textura do solo: arenoso
- Manta morta: abundante. "casca de pinheiros", algumas folhas
de eucalipto, algumas folhas secas.
- Características do solo: macio, pegajoso e pouco plástico.
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Animais encontrados:
Caracóis, minhocas e aranhas. |
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Nomes
científicos
1.
Hedera helix -
2.
Cyca revoluta -
3.
Syagrus sp. -
4.
Vaccinium cf. -
5.
Ficus repens -
6.
Aucuba japonica -
7.
Yucca sp.
-
-
8.
Ficus repens -
9. Leucothoe cf. -
-
10.
Diplademia cf. -
-
11.
Aptemia cordifolia
-
|
Nomes vulgares
1. Hera
2. Cica
3. Coqueiro
4. Mirtilo
5. Rastejante
6. -
7. -
8. Rastejante
9. -
10. -
11. - |
Trabalho
realizado pelas alunas: Mª Teresa Dias Henriques, Marília da Silva
Gomes e Taiadjana Filipa Marques Fortuna, do 12º 1B, no ano lectivo
2000/2001, durante as aulas de Técnicas Laboratoriais de Biologia -
Bloco 3, na unidade “Ecossistemas”.
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Herbário das Espécies da Mata do
Externato –
Grupo Ciências – 11ºB
Lista das Espécies |
|
Nome da Espécie
|
|
Pinus pinea
L. |
|
Pinus pinaster Aiton |
|
Brisa maxima
L. |
|
Lagurus ovatus
L. |
|
Hordeum murinum
L. |
|
Quercus suber
L. |
|
Quercus
sp. |
|
Mesembryanthemum edulis
L. |
|
Acacia dealbata
Link |
|
Acacia pycnantha
Hooker |
|
Acacia longifolia
(Andrews) Willd. |
|
Spartium junceum
L. |
|
Ulex
sp. |
|
Rubus
sp. |
|
Cistus crispus
L. |
|
Cistus salvifolius
L. |
|
Eucalyptus globulus
Labill |
|
Erica scoparia
L. |
|
Anagallis arvensis
L. |
|
Fraxinus
sp. |
|
Lonicera periclymenum
L. |
|
Galactites tomentosa
Moench |
|
|
Nome vulgar
|
|
(Pinheiro
manso) |
|
(Pinheiro
bravo) |
|
(Chocalhinhos
ou Bole-bole maior) |
|
(Rabo de
lebre) |
|
(Cevada dos
ratos) |
|
(Sobreiro) |
|
- |
|
(Chorão) |
|
(Mimosa) |
|
(Acácia) |
|
(Acácia) |
|
(Giesta) |
|
(Tojo) |
|
(Silva) |
|
(Roselha) |
|
(Saganho) |
|
(Eucalipto) |
|
(Urze das
vassouras) |
|
( Morrião) |
|
(Freixo) |
|
(Madressilva e
Chucha-melros) |
|
(Cardo) |
|
|
Nº de Ordem (NO) / Nº
interno (Ni) |
|
NO 1 / Ni 22 |
|
NO 2 / Ni 16 |
|
NO 3 / Ni 10 |
|
NO 4 / Ni 13 |
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NO 5 / Ni 19 |
|
NO 6 / Ni 24 |
|
NO 7 / Ni 12 |
|
NO 8 / Ni 7 |
|
NO 9 / Ni 15 |
|
NO 10 / Ni 18 |
|
NO 11 / Ni 21 |
|
NO 12 / Ni 11 |
|
NO 13 / Ni 1 |
|
NO 14 / Ni 17 |
|
NO 15 / Ni 6 |
|
NO 16 / Ni 9 |
|
NO 17 / Ni 20 |
|
NO 18 / Ni 3 |
|
NO 19 / Ni 14 |
|
NO 20 / Ni 23 |
|
NO 21 / Ni 5 |
|
NO 22 / Ni 8 |
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Vitaminas em poesia,
pela minha autoria…
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Vitamina A
Vitamina bem
importante,
Para quem boa saúde quer ter
Basta que daqui em diante,
Legumes e frutas venhas a comer.
Também a podes
encontrar,
No óleo e no bacalhau,
Mas não te podes descuidar,
Pois o resultado vai ser mau.
Dificuldades
visuais, são o sintoma principal,
A pele irritações e muito mais,
Para quem não vê a vitamina A como essencial.
Vitamina
B1
1 mg por dia é
essencial,
Para um bom funcionamento do coração,
Basta um pouco de farinha integral,
Leite, avelãs ou feijão.
Para um bom
funcionamento cerebral,
A vitamina B serve às mil maravilhas,
Não precisas de nada de radical,
Apenas de alguns alimentos, como miudezas e ervilhas.
Por isso aprende a
lição,
Se saudável queres ser,
Basta uma boa alimentação,
Variada e rica a valer.
Vitamina PP
Para o aparelho
digestivo a 100% funcionar,
Levedura de cerveja deves consumir,
E se rapidamente a comida em energia queres transformar,
Da farinha integral e gérmen de trigo não deves prescindir.
15 mg diárias é o
mais recomendado,
Para que te mantenhas sempre saudável,
Pois se não queres ficar adoentado,
Vitamina PP é algo aconselhável.
Também por PP ou
Niacina conhecida,
Esta vitamina tem bastantes funcionalidades,
Se não queres a tua saúde esquecida,
Então come alimentos de todas as variedades.
Vitamina C

Esta tão conhecida
vitamina,
Ajuda nos processos de cicatrização,
Salsa, tomate, laranja ou clementina
É o que deves incluir na tua alimentação.
Nos legumes em
geral,
Também a podes encontrar,
Para umas boas gengivas e saúde dental,
Decerto que a Vitamina C vai colaborar.
Proporciona ao
ferro uma boa fixação,
Através das ervilhas, abacate ou couve,
Toma tudo isto bem em atenção,
Porque de melhor lição nunca se soube.
Vitamina
D
No leite e
derivados,
Esta vitamina via encontrar,
Não podemos ser descuidados,
Ao ponto de não a procurar.
Uma dose de peixe
gordo por dia,
É em conta, e fundamental,
Pois esta a vitamina em muito auxilia,
Não existe anda igual!
Essencial na
formação de ossos e dentição,
Óleo de fígado de peixe, ovo e muito mais,
Vais ter que consumir com moderação
Para que não te faltem nutrientes essenciais.
Vitamina
E
Para que a
vitamina E não t4e venha a faltar,
Legumes verdes e nozes tens de ingerir,
15mg por dia vai chegar,
Para uma boa formação de glóbulos vermelhos se conseguir.
Propriedades
antioxidantes,
São apenas algumas funções,
Melhorias estonteantes,
Para aqueles que consumem esta vitamina nas devidas proporções.
Uma dose de alface
por dia,
Equivale à quantidade adequada,
E se quiseres viver com alegria,
Tal, deve constatar na tua alimentação equilibrada.
Vitamina K
Brócolos ou
couves,
Espinafres ou cereais,
São desta vitamina as fontes principais.
15 mg por dia,
A quantidade
recomendada,
Responsabilidade e sabedoria,
É a base para uma alimentação equilibrada.
Esta vitamina tão
aconselhada,
Para quem muito quer crescer,
É como água abençoada,
Para quem bastante alface comer.
Tatiana Nunes
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